As raras pessoas que não gostam de mim têm uma coisa da qual não se podem queixar, não me importo de ensinar o que sei. E ainda mais, aquilo que ensino até hoje nunca foi pago.
E é isso que me faz sentir parvo por vezes, pessoas com quase tanta inteligência como eu não a utilizarem para ajudar as pessoas. Eu se tiver colegas com dificuldades tento ajudá-los e outras pessoas passam como se não fosse nada com eles. E realmente não é mesmo, mas já que os outros têm dificuldades porque não ajudá-los?
Atenção, não me estou a gabar de ter ajudado ninguem, até porque quem é quase perfeito não se pode gabar. Mas fica aqui dito isto, para que as pessoas que querem ser como eu comecem a partilhar os seus conhecimentos.
Fico feliz por haver só mais uma positiva na turma graças a mim. Não me faz mais feliz, mas também não me importo que isso tenha sido de borla.
segunda-feira, 1 de Outubro de 2007
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2 comentários:
Na essência concordo contigo, mas quando queres partilhar o que sabes e apanhas com malta que dúvida que queres ajudar, dúvida que sabes ou depois de tu ajudares passa a colocar em causa tudo o que dizes, deixa-me cada vez com menos vontade de partilhar seja o que for, excepto com aqueles que me são mais próximos pessoal e profissionalmente.
Até acho que, se partilhas de borla, não te levam a sério, pessoalmente sinto cada vez mais isso.
Realmente quando partilhamos de borla as pessoas podem duvidar de nós e considerar-nos como simples estagiários que não têm a certeza do que estão a dizer. Mas quando eu ensino alguma coisa defino muito bem o que vou dizer como "sendo o que eu penso, com 99% de certeza", ai as pessoas até desconfiam menos de mim porque eu proprio digo que me vou referir ao que sei e não á verdade universal.E quando defenimos que não vamos dizer a verdade universal as pessoas não esperam por isso.
Agora a nivel profissional com 100% de certeza do que estamos a dizer e mesmo assim com as pessoas a desconfiar, penso que nunca me aconteceu mas ai eu seria capaz de se sentir mal por duvidarem das minhas capacidades profissionais. E numa formação profissional também não podemos dizer que vamos ensinar o que pensamos, temos de ir mesmo á verdade universal:S
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