quarta-feira, 23 de Abril de 2008

Eu e a animação nos autocarros

Sem duvida que todos gostamos de ir numa rua (E.g. Rua Augusta) e ouvir aqueles homens a tocar o que quer que seja. Também é muito agradávelir no metroe passar um senhor a fazer um beat com a bengala e a cantar uma musica tradicional, cujo titulo não me lembro, mas a letra é: "Agradeço a quem tenha a possibilidade e a bondade de me auxiliar".
Mas hoje assisti a um novo momento. Um momento bem mais engraçado e ao qual não nos sentimos obrigados a dar moeda por gostarmos: Animação nos autocarros.
Vou contar então este episódio:
Ia eu cheio de fome no autocarro a vir para casa (pouco antes de escrever este post) quando começo a ouvir uma voz feminina gritar "A mim não me agarra". No meio de tantas pessoas apenas ouvia os berros, sem ter o meu direito de ver a animação. Outras vozes juntaram-se á festa, Pouca vergonha, e as pessoas eram abanadas.O autocarro parou nos restauradores e o senhor motorista não abriu as portas o que só veio comprovar aquilo que eu já pensava: Pessoa sem bilhete.
Foi então que a gente que queria sair lá saiu e a menina sem bilhete ficou retida. Muito engraçado, ela fugiu para a parte de trás do autocarro e começou a carregar no botão de emergencia para abertura de portas, é um facto que lá ficou com o dedo uns 2 minutos e não abriram. Lá vieram os senhores revisores (aka Picas) agarrar nela.
Maravilha das maravilhas, decidiram esperar pela policia entre os Restauradores e o Rossio provocando um pouco mais de confusão no trânsito da cidade. A menina lá foi levada pelos senhores até á policia, gritando "está-me a rasgar a roupa".

Historia contada, piadas parvas:
Achei a miuda atraente e ainda pensei em pagar-lhe a multa mas lembrei-me então que há sexo mais barato.

É impressão minha ou o pessoal tem mais medo dos picas do que dos carteiristas? Mal os picas aparece agarra toda a gente na carteira.


Espero que este post tenha sido util. Caso não tenha sido sempre o podem imprimir e ter o prazer de queimar as minhas palavras (100% das pessoas que tentaram sentiram-se bem melhor após essa terapia, tendo eu sido o unico a fazê-la).

quarta-feira, 16 de Abril de 2008

Eu e a arte de fazer nada

Nunca admirei arte. Pode-se até dizer que para mim é algo repugnante. No meu nono ano chamaram-me artista, qual foi a minha reacção? Sair do grupo de teatro.
Mas ultimamente tenho tido uma grande vontade de praticar uma nova arte que apesar de saber que não sou o primeiro a praticar, é a primeira vez que leio algo sobre ela.Essa arte é a arte de não fazer nada! Nome dado por mim? Nadismo.

Para começar e para quem não sabe, quando me refiro a não fazer nada não me refiro ao zero asoluto mas sim a um conhecido "nada decente" ou como eu gosto de o definir "nada que melhore o meu futuro".

Não me apetece escrever mais, tenho vontade de fazer nada.

Num futuro post talvez eu dê umas dicas sobre Nadismo, quissá um tutorial.

Viva os Nadistas e mais Nada!

sexta-feira, 4 de Abril de 2008

Eu e a produção de jogos por gente inexperiente

Hoje no meio da rua recebi da tipica proposta entre amigos. Proposta essa nunca dantes recebida por alguem que não sabe nem programação nem arte: Baza fazer um jogo!
Eu ri-me, foi engraçado. Expliquei então apartir dos meus poucos conhecimentos e o menos formalmente possivel os recursos existentes para se fazer um jogo, os conhecimentos necessários, etc.
Disse-lhes que se tivessem uma boa ideia para um jogo simples eu podia tentar fazê-lo(lhes porque ja eramos varios a alinhar na ideia). Mas em principio vamos experimentar motores de jogo pre-feitos. Falei também em RPG Maker embora não me atraia.
Mas já que é algo que me interessa vou puxar um pouco por eles para que eles sintam o quanto custa fazer os seus brinquedos :P

terça-feira, 1 de Abril de 2008

Eu e Viagem de Finalistas (Regresso)

Boas.
Já voltei á mais de uma semana, mas só me apeteceu escrever agora. Isto porque ando demasiado ocupado a teclar com gente que conheci em Palma de Maiorca. :P
A viagem em si (de avião, ida e volta) foi porreira. Para lá era ir na brincadeira com a turma, na palhaçada, a tirar fotos. Para cá, era vir na palhaçada com as miudas que conhecemos por lá.
A estadia em si foi boa também. O hotel tinha as paredes tão finas que dava para ouvir tudo o que se passava nos quartos ao lado, o que nos impediu de fazer a barulheira que nos apetecia.
A água do hotel era inconsumivel, tinha um sabor horroso e fez-nos acreditar que estava poluida (embora continuassemos a tomar imensos banhos por dia).
A comida do hotel não presta. Fritos ao almoço e ao jantar. A urina começou a ficar amarela, e eu qeu tenho problemas de pele acordava com a cara a descamar-se.
O alcóol teoricamente só é vendido a maiores de 18 (coisa que acontece na prática em discotecas) mas na maior parte dos estabelecimentos eles são como os Tugas, querem é vender nem se preocupam com a idade.
Deu para andar a passear com litrosas na mão.
A nivel de fêmeas, só conheci portuguesas, e raramente se via espanholas. Mas foi giro pois acabamos por conhecer miudas do Barreiro e da Amadora com as quais continuo a falar e vou sair em Lisboa.
Penso que já abordei as coisas principais da Viagem. Diverti-me. Vim de lá muito mais social e muito mais á vontade em conhecer pessoas. Também vim meio viciado em musica de discoteca (4 noites de 7 passadas em discotecas..).

Agora é acabar o Secundário e passar para a próxima fase.